terça-feira, 13 de julho de 2010


MUNDOS A PARTE




Este exemplo que vou contar é baseado em um caso de família!
É sobre a questão do relacionamento amoroso e como é difícil dar certo.
Não quero ser pessimista!
Começa sempre com uma simples simpatia...vai crescendo, se torna mais sério, para paixão é um passo, sonhos, planos e etc..
Mas eles não pensam que carregam um mundo completo de várias situações!
Cada um construiu o seu mundo a parte, sem se perguntar se há espaço, se há lugar para outro mundo entrar.
Mais difícil ainda se vem de um outro relacionamento!
Um mundo é construído de diversas situações, por menor que seja, pertence a cada um, são mundos diferentes em tudo!
Mundos cheios de lembranças, humilhações, historias mau terminadas, cicatrizes, coisas, gente, cheiros, lugares, trabalhos, conflitos, decepções e anseios.
Sonham com a esperança de um amor que lhes tragam conforto, que aqueça o coração, e de uma vida melhor.
Os apaixonados que me desculpem!
Mas como na vida nada é impossível, se realmente existir a possibilidade de um grande amor, que passem por cima de todos os mundos aqui descritos, sigam em frente!
Não deixem que a sobrecarga do dia a dia naufrague na desilusão.De tempo para que a paixão se transforme e vire um grande amor!

Paz Celina

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Banzo


Tem dias que bate uma saudade,não sabemos de quem ou de quê!Sabemos que é uma saudade doida.
Nós temos muitos ciclos na nossa vida,cada um é cheio de surpresas,anseios, esperanças e amor. A saudade talvéz seja destes espaços, que no momento nos não valorizamos , pensando na nossa ignorância que aqueles momentos seriam eternos.
Hoje esta chovendo muito, ela me trás recordações de outras chuvas em outros lugares,com outros personagens,saudades da minha infância,adolescência que foi tão curta, das minhas crianças que hoje em dia são mulheres e homens feitos, cada qual seguindo seu destino.
Por quê esta saudade? carência?!Eu não tenho motivo para me sentir assim,sou muito amada pelos meus, que chega ao exagero.
Quando me sinto assim, uma viagem me faz bem! Acho que aquele espírito cigano, aventureiro precisando de movimento, de ação,lugares e gente diferentes!
Amanhã com certeza estarei bem de novo!
Vou agradecer a Deus pela vida,família e os amigos!

Celina muita paz!

Matisse e Renoir se encontram


Desde jovem, o pintor Henri Matisse costumava visitar semanalmente o grande Renoir em seu ateliê.Quando Renoir foi atacado pela artrite,Matisse passou a lhe fazer visitas diárias,levando alimentos,pincéis e tintas,mas sempre procurando convencer o mestre de que ele estava trabalhando demais e que precisava descansar um pouco.

Certo dia, notando que cada pincelada fazia com que Renoir gemesse de dor,Matisse não se conteve:

-Grande mestre, sua obra já é vasta e importante.Por que continuar se torturando desta maneira?

-Muito simples-Renoir respondeu.-A beleza permanece; a dor termina passando.


Texto do livro de Paulo Coelho-Histórias para pais,filhos e netos.


Muita Paz Celina

domingo, 4 de julho de 2010

Travessura de criança


Quando chegavam as festividades de fim de ano, minha tia vinha com uma tropa de mais ou menos trinta pessoas para assistirem à missa do galo. Eram vizinhas acompanhadas dos filhos, sobrinhos e os filhos de minha tia.

O lugarejo onde elas moravam ficava a cerca de uma légua da cidade, todos os anos era sempre assim, acompanhavam a minha tia até a casa da minha avó que ficava pertinho da igreja, as mais velhas ficavam para o café, enquanto os mais moços preferiam ficar passeando. O sino avisava com as suas badaladas, quando tocavam a ultima chamada, lá iam todos para a cerimônia

Quando terminava a missa começava o trabalho de contar todos logo ao sair, para não faltar ninguém. A minha tia ia pedir a bênção de sua mãe (minha avó) para só então começar a marcha da volta, por mais que insistissem para deixar o dia amanhecer, ela alegava que quando o sol saísse ela e as companheiras já estariam em casa.

Uma dessas vezes ao chegar em casa na contagem, faltava um dos pequenos, aí foram ver quem era, e justamente a filha de minha tia, com mais ou menos uns oito anos, e logo ela ficou muito nervosa, uns garantiam que ela havia ficado, outros juravam que tinham visto a mesma no meio do caminho perto das divisas.

Minha tia voltou e dois rapazes a acompanharam na viagem de volta, eles se muniram com uma lanterna e minha tia pegou logo um candeeiro grande, fizeram o mesmo trajeto passando pelo riacho e dentro de uma fazenda cheia de gado solto no pasto, já estavam na metade do caminho e nada da menina, logo ela começou a ficar ainda mais nervosa.

Quando de repente um dos rapazes viu algo estranho parecido com um bezerro deitado junto da vaca, como ainda estava escuro ele pediu a lanterna para clarear, ai a encontraram dormindo na barriga quentinha da vaca, a minha tia logo a acordou e a trouxe para casa.

Desde então redobraram os cuidados com as crianças menores e as mesmas passaram a ir na frente e ficar ainda mais perto dos adultos para não acontecer mais tamanho susto !

Paz, Celina!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma paraibana arretada


Uma velha amiga paraibana, ela era muito engraçada, dava gosto conversar com ela, tinha um vasto repertório de estórias, comentava de tudo desde os livros que lia, filmes, e casos fora do normal.
Estávamos todas conversando, aí uma das amigas relembrou do caso do tarado.

E a o caso se deu quando ela viajava de Natal a João Pessoa, e numa dessas paradas que o ônibus sempre faz, enquanto uns aproveitam para ir ao toilete, outros para fazer um lanche e outros para estirar as pernas caminhando um pouco ela decidiu fazer justamente isso, enquanto o marido lia o jornal ela foi caminhar um pouco, ali mesmo dentro do restaurante.

Ela viu uma aglomeração de mulheres, cada uma contando uma estória. Era uma barulheira só, ela acercou-se e perguntou o que tinha acontecido, aí uma das moças, uma bem vistosa disse "Olhe dona, tem um sujeito aqui que quando agente entra no banheiro, ele sobe em cima do sanitário e vem olhar para nós".

Os banheiros eram conjugados, com mais ou menos uns cinco gabinetes, com as divisórias pequenas em meia parede.

Ela perguntou onde ele estava naquele momento e as moças informavam que ele estava ocupando um gabinete naquele exato momento. Ela saiu e entrou na mesma hora no gabinete vizinho e ficou esperando, apesar disso se assustou quando o viu, agarrou o mesmo pelos cabelos, que começou a gritar na hora, quando de repente ela o soltou e correu para pegá-lo fora do banheiro, ai foi uma rasteira aqui, ponta pés ali, socos e ele gritando "está bom dona!!!!"

Foi quando um dos empregados correu à procurar o marido dela, que continuava calmamente folheando o jornal, na maior tranquilidade. O rapaz perguntou se por acaso uma Senhora alta e um pouco "forte" era sua esposa, e falou logo "vá lá fora rápido senão ela mata o homem", ele saiu com uma estranha calma, chegando lá foi avistado pelo homem que começou a dizer "Não me mate Sr. nunca mais eu virei aqui!!!", ele olhou para a esposa e falou "Mulher, quer perder o ônibus??", ela estava lá cansada e o homem além de um olho roxo, estava cheio de arranhões.

Na volta de João Pessoa o ônibus fez a mesma parada. As moças que trabalhavam no restaurante disseram que o homem havia sumido.
Eu brincando com ela, disse que a famosa música "Mulher macho sim senhor" era uma homenagem digna à sua altura, ela referiu ter horrores a esta música, que a via de forma perjorativa e que nem como homenagem era fiel a mulher paraibana.

Paz, Celina.