terça-feira, 10 de julho de 2012

Pensamento de Nietzsche

Nós nos sentimos bem em meio à natureza porque ela não nos julga


Nós, seres humanos do século XXI, estamos "desnaturalizados" e isso muitas vezes nos faz parecer extraterrestres em nosso próprio planeta. Mesmo acreditando que a cultura e a civilização tenham suprido nossa porção mais animal e instintiva, ainda precisamos manter contato com o mundo natural.

Para tratar quadros de ansiedade que nascem do excesso de trabalho e de uma longa permanência na selva de pedra, escapadas de dois ou três dias para a natureza podem ser mais eficientes do que a ingestão de medicamentos.

Ao sentir cheiro de terra fresca, o ar limpo e o silêncio, que só é quebrado pelas pequenas criaturas ao redor, reencontramos nossa essência por tanto tempo abandonada.

Como diz Nietzsche, na cidade precisamos representar um papel porque estamos muito preocupados com o que pensam de nós. Mas, ao voltar à natureza, podemos nos dar ao luxo de sermos nós mesmos. Não precisamos nos vestir bem, falar ou atuar de maneira especial. Basta nos deixarmos levar pelo mundo natural em direção ao nosso interior, onde um  manancial de tranquilidade nos espera.

Texto extraído do livro "Nietzsche para estressados" de Allan Percy.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fotos da Viagem a São Paulo.

Agradeço a todos os amigos que me enviaram mensagens de boa viagem. Só não pude passear muito devido ao pouco tempo que dispunha, achei a cidade linda! Mudou muito desde a última vez que estive lá, apesar dos problemas de todas as grandes cidades enfrentam, como poluição, transito e insegurança é uma metrópole que merece o orgulho de todos os brasileiros!

O show foi o esperado, MARAVILHOSO!!!

Abaixo algumas fotos,

Chegamos em São Paulo,já no apartamento.


Minha filha ligando para o Recife.
Agora é só desarrumar as malas.

Estou cansada só em pensar em desfazer  as malas.




No Shopping


Preparação para o show.





Entrada da Orquestra,um pouquinho do Show.



Agora é o regresso ao Recife.

Homenagem ao Corinthians!

Tô Chegando!




Um abraço Celina.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Aos meus amigos

Oi amigos, olha eu aqui de volta, tirei umas férias merecidas. Depois de um ano e meio de sofrimento e medo de perder a visão, cheguei a fazer duas cirurgias e três injeções oculares, ainda não sei se vou continuar com as injeções.

No começo do ano sofri muitas dores com uma calcificação na parte direita no quadril que me pôs na cama por quase quinze dias. Fiz radiografia, ultrassonografia e fisioterapia, aos poucos fui melhorando.

Quando criei o blog prometi a mim mesma que não ia falar de doenças e coisas tristes, teve um momento que não pude mais cumprir a minha palavra, escolhi as amigas Chica, Anna Lieri e Amapola, para abrir o coração, onde só recebi carinho e esperança pelos quais estou agradecendo, também agradeço ao amigo José Cláudio, o nosso Cacá, de quem eu recebi palavras de afeto que me fizeram chorar, obrigado a vocês amigos e me desculpem também pois cada um com seus problemas.

Aproveitei esses dias para descansar e fazer o que mais gosto, viajar,  na segunda-feira, dia 2, irei a São Paulo assistir o concerto de André Rieu, no dia 5 eu regresso e logo em seguida retorno para o blog para contar a todos como foi, e respondendo a todos que tiveram a gentileza de me escrever.

Um abraço amigo, Celina.

Muita paz.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Meu filho

Foi numa manhã de maio, precisamente no dia três que o meu quarto filho veio ao mundo. Nasceu forte, mas em um mês tinha perdido um quilo, nasceu com intolerância a lactose.
Depois que descobrimos e tratamos, ele finalmente cresceu forte e treloso! tinha um temperamento forte, genioso, mas era a alegria da casa com o seu senso de humor.
Começou a namorar cedo, conheceu a sua esposa aos treze anos de idade, foram colegas de colégio. Depois viajamos para Brasília e eles ficaram se correspondendo, ela foi nos visitar, ai incrementaram mais o namoro.
Prestou concurso para o Banerj e passou, foi apenas o tempo de voltarmos e seis meses depois eles casaram-se. 

Desta união nasceram três filhos, conseguiram formar todos, casou um deles agora a pouco, vi então meu filho chorar, as lágrimas rolavam pelo seu rosto.

Este ano comemoraram bodas de pérolas (30 anos!) e ganharam dos filhos um presente inesquecível, uma segunda lua de mel, a primeira havia sido em Natal/RN e esta agora foi uma visita as cataratas do Iguaçu.
Amo a minha nora, por ela e por fazer o meu filho um homem feliz. Estamos sempre juntos em toda reunião de família, em nossas famosas festinhas eles estão sempre presente nos alegrando com seu senso de humor. Cada um tem um apelido carinhoso bolado por ele.
Meu filho a tua mãe te ama muito! Rogo a Deus para que te abençoe e te cubra de muitas felicidades.


Paz,
Celina


PS.: Estou encerrando este ciclo de crônicas familiares e fazendo uma pequena pausa no blog, volto logo mais.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Instantes

Imagem do Google



Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros.

Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a serio.

Seria menos higiênico.

Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.

Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida.

Claro que tive momentos de alegria.

Mas, se pudesse voltar a viver trataria de ter só bons momentos.

Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda chuva e um pára-quedas.

Se voltasse a viver viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim de outono.

Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres, brincaria mais com as crianças, se eu tivesse outra vez uma vida pela frente.

Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.
Jorge Luiz Borges (poeta argentino)
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 Paz Celina