sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Homenagem ao dia do idoso (1° de Outubro)



Como fonte de sabedoria e respeito é que os orientais sentem pelos seus idosos, eu os admiro muito por isso e também pela sua cultura milenar.
Que possamos ver este exemplo de sabedoria em um povo forte e humilde ao mesmo tempo, trazendo sempre um sorriso nos lábios, são felizes.
Ao contrário de muitos países que se dizem 1° mundo, que não sabem nem receber os seus visitantes e ainda por cima sendo o turismo a sua principal fonte de renda.
Que possamos ter a sabedoria oriental com aqueles que fizeram tudo por nós e ainda nos ajudaram na criação dos nossos filhos sem terem obrigação.
Amemos os nossos idosos, eles tem histórias bonitas para contar, desde que possamos dar a oportunidade de conviver com eles com carinho e dando-lhes chances, não os achando ultrapassados e sim sábios dos mais simples ao mais intelectualizados. Vamos dar os nossos cuidados sem sufocá-los, senão morar conosco, visite-os sempre, caso não possa ir telefone, se interesse mesmo, seja pais ou sogros ou qualquer pessoa que você conheça, sendo amigos ou não. Façamos isso que Deus nos abençoará com certeza, chegaremos também á idade deles se não morrermos antes. A semente plantada dará frutos e não estaremos sozinhos...
Paz para todos!

Saudades!


Perdemos no dia 30 último, o esposo da minha filha mais velha, eu diria que foi uma dor somada. uma grande dor!
Primeiro a dor de ter perdido além de genro um amigo, havia uma relação de muito carinho e respeito entre nós, segundo a dor da minha filha, em seguida a dos filhos deles, os meus netos, da família dele da nossa e dos colegas Catalineiros, todos estranharam o nome que estava em uma das coroas , durante a prece o colega explicou o que queria dizer, eles faziam parte da tripulação dos aviões Catalinas que sobrevoavam a Amazonas levando assistência a muitos.
A dor dos amigos que em Junho comemoravam com eles a sua bodas de pratas, e em bem pouco tempo no dia seis de Setembro o seu aniversário. Estavam lá estupefatos com esta morte tão rápida.

Ele foi internado numa quarta-feira e na outra ele faleceu, vítima de complicações da Diabetes. Nesta hora que agente ver como é bom ter amigos, três das minhas filhas são professoras, as colegas estavam todas lá, levando seu carinho e solidariedade.
Agradecemos a todos que compareceram!

"Não tenha medo!
Medo de que?
Nossa vida é eterna, nosso
eu, que é nossa alma,não
morre nunca!
A vida continua eternamente"



"A morte não existe!
O que se dá é apenas uma
transformação em nossa maneira de ser.
Não espere que, depois desta,
exista outra vida. Não!
A vida é a mesma
A vida eterna já está
sendo vivida por nós.
Depois da morte continuamos
a ser o que já somos
portanto, procure ser AGORA,
antes da morte, aquilo que você deseja,
continuar a ser depois da morte,
porque a morte não existe!"


Livro Minutos de Sabedoria, C.Torres Pastorino

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O Cachorro Seresteiro

Ah! As serestas! Aqueles que viveram na mesma época delas, devem lembrar com saudades das mesmas.
Talvez por falta de assuntos, ou as limitações dos nossos pais, não tínhamos muito assuntos para conversar. Daí aproveitavam uma letra que falasse tudo aquilo que eles queriam dizer ás suas amadas e a melodia bem nostálgica, aí nascia as serenatas, principalmente em noites de luar.

Lembro-me, de uma seresta feita para mim a música era "A Deusa da minha rua", bem tocada pelos seresteiros da época. Era uma noite de lua cheia, eles chegaram; Um no violão, outro no Sax e um cantor apaixonado. Os primeiros acordes não tinha coisa mais linda, depois o seresteiro cantou com toda paixão a sua música, quando foi a vez do Sax o cachorro achou de fazer dueto com ele. Mais os uivos eram tão altos, parecendo mais com um lobo. Um momento tão lindo, transformar-se numa coisa cômica, meu pai ria tanto e eu morrendo de raiva, com vontade de dar umas tapas no cachorro, chegou até uma certa altura que não deu mais pra continuar, eles desistiram dizendo: " Rapaz, que mau agouro, estamos fritos, vamos embora."

O Sax é um instrumento que mais admiro, mas todas as vezes que escuto em solo, não deixo de recordar a minha seresta frustrada.
A Deusa da minha rua
música de Newton Teixeira
Letra de Jorge Faraj







Andanças

Rio de Janeiro
Fui mais uma vez rever essa cidade tão linda que dispensa adjetivos.

Levei a minha filha comigo, ela não tinha tido oportunidade de conhecê-la, somente a conhecia de passagem. Pena que foram pouco os dias, somente três, viajamos na quarta-feira de manhã e regressamos no sábado a noite. Não tivemos tempo de conhecer a parte cultural da cidade, somente os pontos turísticos de sempre. Foi um passeio muito agradável, uma quebra de rotina meu e dela, um cansaço diferente só físico.

Quando me refiro à minha filha, tendo outras, é por ela morar comigo, é o meu anjo da guarda, devo a ela muito: atenção, carinho e respeito. Ela me faz muito feliz, foi um presente de Deus em minha vida, não que os outros sejam diferentes são ótimos, mas ela é o meu cirineu, ambos nos ajudamos nos momentos difíceis das nossas vidas, acho mesmo que seja um amor de outras vidas por termos tanta afinidade.

Às vezes eu brinco com ela, dizendo que ela está me botando manha, ela sorri e diz: "Não mãe, só estou sendo gentil com a senhora." Muita paz!









Meu anjo barroco

terça-feira, 15 de setembro de 2009