terça-feira, 13 de julho de 2010


MUNDOS A PARTE




Este exemplo que vou contar é baseado em um caso de família!
É sobre a questão do relacionamento amoroso e como é difícil dar certo.
Não quero ser pessimista!
Começa sempre com uma simples simpatia...vai crescendo, se torna mais sério, para paixão é um passo, sonhos, planos e etc..
Mas eles não pensam que carregam um mundo completo de várias situações!
Cada um construiu o seu mundo a parte, sem se perguntar se há espaço, se há lugar para outro mundo entrar.
Mais difícil ainda se vem de um outro relacionamento!
Um mundo é construído de diversas situações, por menor que seja, pertence a cada um, são mundos diferentes em tudo!
Mundos cheios de lembranças, humilhações, historias mau terminadas, cicatrizes, coisas, gente, cheiros, lugares, trabalhos, conflitos, decepções e anseios.
Sonham com a esperança de um amor que lhes tragam conforto, que aqueça o coração, e de uma vida melhor.
Os apaixonados que me desculpem!
Mas como na vida nada é impossível, se realmente existir a possibilidade de um grande amor, que passem por cima de todos os mundos aqui descritos, sigam em frente!
Não deixem que a sobrecarga do dia a dia naufrague na desilusão.De tempo para que a paixão se transforme e vire um grande amor!

Paz Celina

4 comentários:

Paula Barros disse...

Celina,

sempre observo os relacionamento, e vejo o peso.

Se casaram, ou convivem a muitos anos, percebemos que obviamente mudaram ao longo da vida, um cresceu mais espiritualmente, emocionalmente que outro, mudaram até gostos, mudam atitudes...e percebo muitas vezes um peso, a intolerância, um abuso.

E se estão a se conhecer depois de outros relacionamentos vividos, trazem uma dose de desilusão, de individualismo, que muitas vezes dificultam a convivência.

Gostei do seu texto, mais uma vez, não é mesmo? rsrs

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Não achei um e-mail por aqui, querendo contato meu e-mail está aqui, ou no meu blog.

abraço

Anne Lieri disse...

Celina,que linda e comovente sua mensagem!O amor tem que regado todos os dias,não é mesmo?Bjs,

Cacá disse...

É, Celina, a paixão para se tranformar em amor de verdade tem que estar disposta das duas partes a ceder, compartilhar, solidarizar, relevar e, acima de tudo, haver reciprocidade. Depois que cada um começa querendo que a sua história tenha prevalência sobre o outro ou que um comece a sufocar o outro, aí, só Deus ajudando para encontrar um equilíbrio. Sem falar que sem o essencial diálogo, nada anda a contento. Abração, minha amiga! Paz e bem.

Sônia Silvino disse...

Com certeza, amiga! Sábios conselhos!!!
Bjkas, muitas!