quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma paraibana arretada


Uma velha amiga paraibana, ela era muito engraçada, dava gosto conversar com ela, tinha um vasto repertório de estórias, comentava de tudo desde os livros que lia, filmes, e casos fora do normal.
Estávamos todas conversando, aí uma das amigas relembrou do caso do tarado.

E a o caso se deu quando ela viajava de Natal a João Pessoa, e numa dessas paradas que o ônibus sempre faz, enquanto uns aproveitam para ir ao toilete, outros para fazer um lanche e outros para estirar as pernas caminhando um pouco ela decidiu fazer justamente isso, enquanto o marido lia o jornal ela foi caminhar um pouco, ali mesmo dentro do restaurante.

Ela viu uma aglomeração de mulheres, cada uma contando uma estória. Era uma barulheira só, ela acercou-se e perguntou o que tinha acontecido, aí uma das moças, uma bem vistosa disse "Olhe dona, tem um sujeito aqui que quando agente entra no banheiro, ele sobe em cima do sanitário e vem olhar para nós".

Os banheiros eram conjugados, com mais ou menos uns cinco gabinetes, com as divisórias pequenas em meia parede.

Ela perguntou onde ele estava naquele momento e as moças informavam que ele estava ocupando um gabinete naquele exato momento. Ela saiu e entrou na mesma hora no gabinete vizinho e ficou esperando, apesar disso se assustou quando o viu, agarrou o mesmo pelos cabelos, que começou a gritar na hora, quando de repente ela o soltou e correu para pegá-lo fora do banheiro, ai foi uma rasteira aqui, ponta pés ali, socos e ele gritando "está bom dona!!!!"

Foi quando um dos empregados correu à procurar o marido dela, que continuava calmamente folheando o jornal, na maior tranquilidade. O rapaz perguntou se por acaso uma Senhora alta e um pouco "forte" era sua esposa, e falou logo "vá lá fora rápido senão ela mata o homem", ele saiu com uma estranha calma, chegando lá foi avistado pelo homem que começou a dizer "Não me mate Sr. nunca mais eu virei aqui!!!", ele olhou para a esposa e falou "Mulher, quer perder o ônibus??", ela estava lá cansada e o homem além de um olho roxo, estava cheio de arranhões.

Na volta de João Pessoa o ônibus fez a mesma parada. As moças que trabalhavam no restaurante disseram que o homem havia sumido.
Eu brincando com ela, disse que a famosa música "Mulher macho sim senhor" era uma homenagem digna à sua altura, ela referiu ter horrores a esta música, que a via de forma perjorativa e que nem como homenagem era fiel a mulher paraibana.

Paz, Celina.

9 comentários:

Sônia Silvino disse...

Boa noite Celina querida!
Vim prestigiar o teu blog!
E encontrei essa história divertida: adoreeeei!
Um presente para você:
"POEMA DO AMIGO

Escuta meu amigo...
A qualquer hora em que chegares, sentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres à minha porta, o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares, eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres, será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires, estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber, eu irei à fonte.

A qualquer hora em que te alegrares, eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires, será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir, eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres, eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares, eu levarei a cruz.

A qualquer hora em que te sentires triste, eu permanecerei contigo.
A qualquer hora em que te lembrares de mim, eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires, ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares, renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa, eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar uma amizade
que não seja toda, de todos os instantes e para todo bem."(Cid Moreira)
Beijinhos carinhosos!!!
SÔNIA SILVINO'S BLOGS
Vários temas & um só coração!

Sônia Silvino disse...

Boa noite Celina querida!
Vim prestigiar o teu blog!
E encontrei essa história divertida: adoreeeei!
Um presente para você:
"POEMA DO AMIGO

Escuta meu amigo...
A qualquer hora em que chegares, sentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres à minha porta, o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares, eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres, será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires, estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber, eu irei à fonte.

A qualquer hora em que te alegrares, eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires, será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir, eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres, eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares, eu levarei a cruz.

A qualquer hora em que te sentires triste, eu permanecerei contigo.
A qualquer hora em que te lembrares de mim, eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires, ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares, renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa, eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar uma amizade
que não seja toda, de todos os instantes e para todo bem."(Cid Moreira)
Beijinhos carinhosos!!!
SÔNIA SILVINO'S BLOGS
Vários temas & um só coração!

Sônia Silvino disse...

Boa noite Celina querida!
Vim prestigiar o teu blog!
E encontrei essa história divertida: adoreeeei!
Um presente para você:
"POEMA DO AMIGO

Escuta meu amigo...
A qualquer hora em que chegares, sentarás comigo à minha mesa.
A qualquer hora em que bateres à minha porta, o meu coração também se abrirá.
A qualquer hora em que chamares, eu me apressarei.
A qualquer hora em que vieres, será o melhor tempo de te receber.
A qualquer hora em que te decidires, estarei pronto para te seguir.
A qualquer hora em que quiseres beber, eu irei à fonte.

A qualquer hora em que te alegrares, eu bendirei ao Senhor.
A qualquer hora em que sorrires, será mais uma graça que o senhor me concede.
A qualquer hora em que quiseres partir, eu irei à frente nos caminhos.
A qualquer hora em que caíres, eu estenderei os braços.
A qualquer hora, em que te cansares, eu levarei a cruz.

A qualquer hora em que te sentires triste, eu permanecerei contigo.
A qualquer hora em que te lembrares de mim, eu acharei a vida mais bela.
A qualquer hora em que partires, ficarás com a lembrança de uma flor.
A qualquer hora em que voltares, renovarás todas minhas alegrias.
A qualquer hora que quiseres uma rosa, eu te darei toda roseira.
Eu te digo tudo isso, porque não posso imaginar uma amizade
que não seja toda, de todos os instantes e para todo bem."(Cid Moreira)
Beijinhos carinhosos!!!
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Cacá disse...

Ainda bem que o marido é tranquilo. Já pensou se fossem os dois bravos? rsrs. Ótima essa história, Celina!

P.S: Obrigado por manifestar-se pelo livro. Espero que goste realmente. Abraço grande. Paz e bem.

pensandoemfamilia disse...

Olá
Passei para conhecer seu blog, vi a indicação do texto no blog do Caca. Gostei do "causo", divertido mas muito próprio em sua mensagem sobre as mulheres e preconceitos.
bjs

Maria disse...

Excelente, adorei!
Aproveite ao máximo o fim de semana
"Nada vale mais do que o dia de hoje. Você não pode reviver o ontem. O amanhã ainda está além do seu alcance." (Goethe)
Bjs do tamanho do infinito
Maria

Saozita disse...

Olá Celina, passei e parei lendo teus textos, o que me agradou. Parabéns. Ficarei de olho no teu blog. Este último post, muito engraçado, aqui em Portugal dizemos, que é "mulher de pêlo na venta", rsrsrssss.
O marido continuou calmo e sereno, concerteza sabia quem tinha, a mulher não precisa de ajuda.

Tem um bom fim de semana.
Bjs

Paula Barros disse...

Celina, gosto muito da forma que você escreve as histórias, é uma narrativa que prende a atenção, passa emoção.

abraço

Paula Barros disse...

Ah, e eu pensei logo no meu pai, acho que ele agiria assim mesmo. rsrs